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Sábado, 8 de Maio de 2010

A parte pobre da literatura

Palavras valem o que valem

São o som do pensamento

Vibrações e emoções

Que surgem no tempo sem tempo

 

Soltando se sempre que voam

Começam a tomar forma

Veêm em letras baralhadas

Que precisam de ter uma norma

 

Quadras e mais quadras

Já são parte do meu ser

Guardo as no meu ego

Solto as para não o encher

 

São a parte pobre da literatura

Há quem lhe chame populares

Há também quem as deteste

E quem as faça aos pares

 

Mesmo que não queiram

Elas andam por aí

No ódio e no amor

Todos se lembram de ti

 

Somos a parte pobre da literatura, mas valemos

Por tudo o que divulgamos

Verdades, dores, emoções e mentiras

Também da literatura degeneramos

 

Pragana, Luís

 

08/01/2009

 

publicado por Lausinho às 15:39
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