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Quinta-feira, 8 de Abril de 2010

A mais alta de todas

Assim é a minha terra

A cidade que me tortura

Ferindo os meus sentimentos

Por vezes com certa loucura

 

Esta loucura Guardense

São momentos bem guardados

Desta paixão louca que tenho pela terra

E de momentos muito amargurados

 

Só que a nossa paixão já mais se corrompeu

Infelizmente os destinos da nossa terra

Estão a ser tratados por pessoas que não nos dizem nada

Não sentem o que é um guardense

 

Oh Guarda nao desanimes

Tens muita gente que te quer bem

Mas há os que só se aproveitam de ti

E que te tratam com desdém

 

Por esta cidade de gente boa

Já passou e continuará a passar

De escritores a doutores e aproveitadores

E os chupadores do costume não passam de uns impostores

 

Gente boa gente generosa

Gente arrogante e vaidosa

Terras frias e a tremer os dentes

Uma cidade muito orgulhosa

 

Gente que vi partir quando era novo

E nunca mais os vi voltar

Trabalhando em outras terras que não tinham nada a ver conosco

Alguns lá morreram e outros sofreram grandes desgostos

 

Oh gente que trabalha na terra

Gente humilde e trabalhadora,sabichões

Escultores, comentadores e jornalistas

Doutores, comilões e outros aldrabões

 

Terra Republicana de António José de Almeida

Presidente da República

Gente de letras e gente de artes

Que tem espelhado o nome da Guarda por todas as partes

 

Esta gente beirã

Que passa longos invernos cheios de frio

Pode andar por todo o mundo

Mas no final ser enterrado na sua terra é um desafio

 

Isto está nos no sangue

O guardense é uma pessoa especial

Pode andar metade da sua vida lá fora

Mas morrer só em Portugal

 

Luís Pragana

08/04/2010

 

 

 

 

 

 

publicado por Lausinho às 19:23
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