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Terça-feira, 16 de Março de 2010

AOS POETAS AS PALAVRAS!

Batem leve, levemente

Como quem chama por mim

Será chuva será gente

Dizia assim o Augusto Gil

 

Abriu  a porta era o Manuel Alegre

Procurava o tempo que passa

Queria notícias do país

O tempo cala a desgraça, o tempo nada me diz

 

Caiu então uma pedra

Era a pedra filosofal de Rómulo de Carvalho

Eles não sabem nem sonham,

que o sonho comanda a vida

 

Porque será que existimos

O que andamos cá a fazer

A vida nem sempre é fácil

Nascemos para morrer

 

É por isso mesmo não querendo

Nas quadras alguém a imitar

Haverá sempre alguém

Que as vá comparar

 

Sei que pareço um ladrão

Gritava o António Aleixo

Mas aquilo que eu pareço

Está neste livro que vos deixo

 

Lá longe vinha o Luís Vaz de Camões

Parecia vir irritado

Carregava Com os Lusíadas

Tendo sido muito mal Tratado

 

Logo ali Fernando Pessoa

Nesse momento ao passar

Disse ao Camões

Não ligues o Prazer de ler vai novamente regressar

 

Bocage estava ali perto até bocegava

Dizia ter sido ignorado

Mais ao lado, Bandarra o sapateiro

Previa: Voltaremos a ser lembrados

 

Penso mas não consigo descrever

O que me vai no pensamento

Miguel Torga com a Urze

Zeca Afonso poeta do nosso contestamento

 

Abri a porta quem era

O carteiro de Pablo de Neruda

Levava o livro de Rafael Garcia Orca

Cem anos de Solidão

 

O David Mourão Ferreira

Vinha no barco negro da Amália

Trazia também Alexandre O`Neil

Recitando a gaivota

 

Lavava no rio lavava

Escreveu e cantou a nossa Diva

Povo que lavas no rio de Pedro Homem de Mello

Todo o mundo escutou

 

Sem versos não há cantigas

Os poetas todos se devem lembrar

Ary dos Santos era dos mais cantados

25 anos depois volta novamente a ser cantado

 

Ao recordar alguns vultos

Da poesia erudita e das leituras

Cesária Verde ficará para trás

Na sua poesia maldita

 

Ser poeta é saber amar

Saber sofrer, chorar e a cantar

As palavras são melosas

Até algumas podem matar

 

Deixem voar as palavras

Há poesia no ar

As letras são dos poetas

São as almas que nos fazem vibrar

 

Dos grandes do nosso tempo

Quem pode esquecer Eça de Queiroz

Camilo de Castelo Branco

São poetas da nossa voz

 

Aquilino Ribeiro quando os lobos uivam 

Saramago e a jangada

Lobo Antunes está na moda

Equador de Sousa Tavares é uma pedrada

 

 

Paulo Coelho escreveu

Verónica decide morrer

Na casa dos espiritos no Cercal

Isabel Allannde escreveu

 

Gunther Graze com ratazana

Prémio Nobel ganhou

Victor Hugo e os miseráveis

Num clássico se tornou

 

Famoso e com dinheiro

Damm Bronn ficou

Código Da  Vinci e Anjos e Demónios

Uma luz Deus lhe mandou

 

Jorge Amado e Tieta do Agreste

Este povo comoveu

A insustentável leveza do ser

Também Mila Condera escreveu

 

Virgílio Ferreira recordo

No seu livro a Aparição

Ainda me lembro do bexiguinha

E da Sophie que lhe fazia bater o coração

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por Lausinho às 18:34
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