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Terça-feira, 9 de Março de 2010

QUANDO O MEU INTERRUPTOR APAGAR!

 

 

Um dia quando menos esperar

a minha aurea vai deixar de iluminar

lá vou eu para donde vim

sem que o possa recusar

 

Mas a vida é mesmo assim

Nem vale a pena questionar

Vamos parar a uma cova

Com bastante terra para nos segurar

 

É um sitio como tantos outros

Por lá ficaremos sem comunicar

Com terra pesadinha por cima

Terra boa para nos papar

 

Com alguns terão até sorte

De não mais os incomodar

Outros porém não a tem

E as ossadas irão levantar

 

Que sítio esquisito, chamam-lhe a cama eterna

Era para ser o nosso sonho profundo

A porta de entrada no céu

Mas viemos parar aqui a um buraco sem fundo

 

É um sitio como tantos outros

Por esses cemitérios espalhados

E depois têm o descaramento

de aos domingos espetarem-lhes com flores, coitados

 

Mas há pais e mães que choram os entes queridos

Sentimos até a sua dor

Mas outros vão só por que é bonito

Para se mostrarem e porem flores

 

Amar como se deve amar

só em vida pode acontecer

Chorar depois de morrer é uma paneleirice

Só para os outros puderem ver

 

Tudo de bom que se faz na vida

Nem chega para pudermos sossegar

Mas se fores amando os mais fracos

Se acreditares em deus pro céu te vai levar

 

Vivi numa ditadura

Passei pela democracia

Tenho liberdade na alma

É assim que aqueles que eu amo, se lembrem de mim um dia

 

Não quero ficar encaixotado

Por favor mandem-me cremar

Deitem as minhas cinzas ao vento

Ou de mim nunca mais se irão livrar

 

Luís Pragana

09/03/2010

 

 

 

 

 

 

publicado por Lausinho às 18:19
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