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Terça-feira, 17 de Junho de 2008

À beira do abismo

 

À BEIRA DO ABISMO
 
É com frequência que se vê deambulando
São o reflexo desta sociedade desumanizada
Parecem mortos vivos do lixo se vão alimentando onde o egoísmo é rei
E o resto não conta para nada
 
Cada vez são mais os excluídos da sociedade em cada dia que passa
São a nódoa negra da civilização
Mal trata quem produziu riqueza
E trata bem os senhores da especulação
 
Em constante movimento
Acentua-se a degradação e a pobreza
Com o mundo em modificação
A doença e a tristeza
 
 
Começo sinceramente a ter medo do que por aí vem
O crime violento tem aumentado
Os assaltos e o nível de vida como está
Sem futuro e sem rendimento qualquer um tem que estar preocupado
 
Urge desmistificar e arranjar solução
Se não qualquer dia destes teremos que dar razão
A todos os que se têm mostrado indiferentes
Num país onde a crise parece não ter solução
 
Não queremos voltar atrás no tempo
Será o regresso aos bairros da lata
As pessoas endividadas e sem trabalho
Terão de deixar de pagar as casas e ir viver numa barraca
 
Mas parece que só o governo não dá conta de como as famílias estão falidas
E as que não estão à beira de um triz
Esta politica de saqueamento
Está e deixar este país como se diz
 
O caos aproxima-se a passos largos só os espertalhões sobrevivem
Mas os burros também estão condenados
Se cairmos no abismo
Também eles estarão lixados
 
E não sairá deste sufoco
Se nada se fizer para o desmoronamento travar
O país continuará a empobrecer
E do fundo do abismo se irá afundar
 
Luís Pragana
17-06-2008
 
 
 
 
publicado por Lausinho às 11:28
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