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Tempo

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Terça-feira, 27 de Abril de 2010

O TEMPO SEM TEMPO

O tempo estava a passar

Não sabia o que fazer

Parou para perguntar

Respondi lhe segue em frente e reza

 

Diz me lá tu oh esquerda

Afinal o que se passa

A direita anda louca

À esquerda é uma desgraça

 

O tempo seguiu o caminho

Sem saber o que dizer

Olha vou dar uma volta

Para as pernas puder mexer

 

Enquanto fico calado

Podes voltar a perguntar

Se alguma coisa nova nasceu

Portugal possa orgulhar

 

Olha o meu tempo já era

Hoje já ninguém me liga

Vou dando uns abanões

Mas já não enchem barriga

 

Tributo a Manuel Alegre

 

Tiago Manuel Luís Pragana

26-04-2010

 

 

publicado por Lausinho às 19:02
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D.AMÁLIA

oh como os anos passam, parece que foi ontem

Já deve ter novos versos no ceú

Estamos cheios de saudade

Da Diva que um dia levou o fado para a eternidade

 

Saudade dessa voz Melódica

Não me canso de ouvir

Os fados com o tempo

Se continuam a expandir

 

Amália é som

Amália está viva

Ficou nos entranhada no sangue

Faz parte da nossa vida

 

Sempre te escutei e ainda ouço

Sinto no mais intímo do meu ser um arrepio

Essa voz que me enlouqueçe

Deixando me até com frio

 

E ao ouvir Amália ouço

Divulgando os nossos poetas

David Mourão Ferreira com o Barco Negro

Deixou lhe as portas abertas

 

Cantou todos os poetas

De barco negro viajou pelo mundo

Enchendo o Olimpiam em Paris

Encantando todo o mundo

 

 

De Alexandre O`Neil

A gaivota voou

Na voz de Amália

E Paris encantou

 

 

Luís Pragana

06-10-2009

 

 

publicado por Lausinho às 19:01
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ALMAS PENADAS

Bem cedo pela manhã

Começamos o dia acompanhados de cadáveres

Que andam conosco por todo lado

E nesse dia tornam se inseparáveis

 

Quem ler estas pequenas quadras que escrevo

Achará que sou um ser fora do normal

Por tentar contar aquilo que está à nossa frente

E muitos dão até conta, mas não dizem mal

 

Há outros porém

Já nem dão conta

Porque algum tempo estão mortos

Mas teimam em não ver

 

Eu sei que a maioria das pessoas

Dirão coitado não está bom da cabeça

Está maluquinho, Coitadito

Mas eles andam ai, alguns até sem cabeça

 

Só as pessoas com uma mente mais aberta

Com outra maneira de encarar a vida

Acham tudo normal

Pois esta é a nossa realidade

 

Alguns até tomam café conosco

Se depois vem conosco para todo o lado

Não são os piores

São os sombras , passam o tempo atrás de nós,são os melhores

 

Muitas vezes quando me levanto

Tenho a sensação que tudo vai correr

Como um dia normal

Presinto uma presença a dizer vai esta tudo bem

 

Há quem ande cá a ver o que fazemos

Muitas vezes presinto que não estou sozinho

Quando escrevo até me dizem escreve esta palavra

É um espiríto bom que se encontra no meu caminho

 

Tenho quase a sensação

que sempre que sinto que estou perdido

Há um ponto de luz que me diz olha faz isto por várias, sai certo

Porque não fiz como lá estava escrito

 

Acreditem que as almas andam sempre a acompanhar nos

Não podem interferir mas vão dando pistas

Que só as pessoas observadoras

Conseguem olhá los, para não dar nas vistas

 

Por incrível que possa parecer

Muitas vezes aqui no Algarve,

desesperei sem saber o que fazer

Fartava me de dar voltas, mas encontrava uma solução

 

É por isso que eu digo tenho um anjo

Desde sempre me acompanhou

E me veio guiando pela vida fora

E logo com as causalidades nada falhou

 

E com a passagem do tempo

Estas causalidades começaram  a ser mais frequentes

Dei me conta que alguma coisa

estava a mudar na minha maneira de pensar

 

Já algum tempo tinha dado uma grande

Volta à minha cabeça

Que me custou a entrar na minha cabeça

Nada do que eu dizia era verdade

Para ser honesto passei varias noites em claro

Até tinha medo da minha própria sombra

 

Todos os ruídos que ouvia

Ficava logo aflito

Passei muitas noites em claro

Com a sensação que estava gente lá em casa

E até me tapava todo até a cabeça

Depois começei a pensar

QUe tal vez fosse a depressão

Que não me deixava nem se quer pensar

Presentia gente ao pé de mim

Até tinha medo de me levantar

 

Fosse o que fosse

Passei noites cheias de medo

Pouco tempo de pouco essa sensação foi desaparecendo

E começei a dormir melhor

Digam pensem o que quiserem de mim

Acho que tenho sido aliciado por almas boas

Porque só assim eu compreendo

O porque de me conseguir desenrascar de todas as maluquices da vida

Só pode ser o meu anjo da guarda

Que me vai dizendo o que devo fazer

 

Sempre que escrevo estas coisas, é por alguma razão

Até as próprias casa que estão degradadas

Ao olhar para elas sinto o pulsar da gente que aqui viveu

Com as paredes tão desagarradas

Á janelas criando flores

Até os vidros partidos deitam lágrimas de dor

Outras à porém que estão bem arranjadas,

pintadas com flores alegres cheias de vida

 

Com as pessoas é a mesma coisa

Que se passa com as casas

Só que o pulsar as tornam diferentes

As casas estão fixas nos lugares e as almas acompanham as novas gentes

Eu sei que ao escrever estas palavras

Muita gente vai achar estranho

Mas no fundo achará Que não estamos sozinhos

Ou serei eu o uníco louco andar por cá

 

Será paranoía

Mas eu tenho a certeza

Que não sou o uníco a dizer que temos companhia

Por vezes não sei o que fazer

 

Mas algum anjo virá

E me deixará ver

Para os que não acreditam no que estou a divulgar

Também tenho uma palavra amiga

Que estejam atentos aos vossos sinais da vida

 

Nada do que estou a escrever nestas minhas divulgações

São inventadas nem contadas por terceiros

Tudo isto tem se passado comigo ao longo dos meus anos já vividos

Eu também estou confuso, não só mais do que os outros

Estarei mais alerta

Pois já tive alucinações

Que parecem que são reais

 

Um dia fui ver a campa da minha mãe ao cemitério

Junto à campa estava uma sra que me disse bom dia

Quando me aproximei olhei para todo o lado

E simplesmente a sra desapareceu

 

Passei algum tempo a pensar

Se o que eu tinha visto era realmente real

Ou seria mais uma alucinação

Mas quando sai do cemitério vi a sra de costas

Uns 50 metros a frente e fui a correr atras dela

Quando estava a chegar perto simplesmente desapareceu e nunca mais a vi

 

Luís Pragana

26-04-2010

publicado por Lausinho às 18:59
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Quarta-feira, 21 de Abril de 2010

UM DISTRITO MARGINALIZADO-DOTADO AO ABANDONO

O interior do país está a ficar, desertificado e sem vida.

A gente jovem saem para estudar e não regressam mais, acabam por ficar nas grandes cidades ou na Orla Marítima.

Alguns com estudos buscam especializar se nas suas áreas, outros simplesmente procuram uma vida melhor.

Mas quem nasceu no interior como eu e ficou agarrado à terra,nunca mais se livrou dela, mesmo andando milhares e milhares de Kms, anos e anos a fio, nunca deixaram de à terra regressar.

Quem nasce numa terra, como a nossa, ande por onde andar, tanto faz andar emigrado como migrado, acaba sempre para a terra regressar.

Este é o meu caso, que já passaram 25 anos e nunca me esqueci da minha terra, tanto que a minha empresa, continua a ser de lá. Ando a ganhar cá fora, mas pago lá os meus impostos.

No meu tempo de criança, as aldeias tinham vida.

Era bonito atravessar as aldeias, com toda aquela garotada a correr, uns a jogar ao arco e outros à volta do forno comunitário, à espera que um bocado de pão lhes pudesse cair nas mãos.

O meu distrito tem várias facetas, exporta granito branco e azul, tem até dentro do distrito vinho do Porto, um distrito que dá laranjas, amêndoas, não é um distrito qualquer.

Temos também o Zêzere e o Mondego, que abastece Lisboa  e Coimbra.

Porque nós os da Beira Alta, do distrito da Guarda não pedimos ao governo que faça uma ilha como a da Madeira, para fixar as pessoas no interior.

Um distrito como o nosso que tem terras que ficam a 100 kms da capital do distrito.

Muitos oriundos regressariam às suas terras e às suas aldeias, encheriam as terras e as vilas de gente, criando empresas, mesmo viradas para a Agricultura Biológica, que tanto está na moda, a nossa terra que tanto vinho dá, podiam dedicar a fazer vinho biológico.

Como é que foi possivel um distrito como o nosso ir perdendo as suas melhores cabeças, deixando aldeias ao abandono sem uma uníca alma viva.

E não venham dizer que somos pobres, porque só os incapazes é que dizem que o distrito é pobre e não tem subsistência.

Nós como uma região autónoma conseguiamos viver melhor, do que muitos distritos do país que são uma tristeza.

A nossa região está servida de auto estradas  e Ips que melhoram muito a vida dos habitantes nestes ultimos anos.

Temos também uma linha eléctrificada, que muito veio engrandecer a cidade da Guarda e o respectivo distrito.

A Guarda é a terra fértil, terra  de doutores, de artistas, de pintores, de escritores e de poetas e também de muitos tetas.

Como é uma região de montanha, seria bom que se organizassem os parques naturais à nossa volta e não deixassemos fugir de lá mais nada.

A Guarda puderá vir a ter a maior plataforma Logística deste país, juntamente com Salamanca, se os nossos governantes não se deixarem dormir.

E porque não abrir uma offshore, agora estão na moda e ai entraria em Portugal muitos capitais, que têm andando dispersos e ao abandono.

Na nossa região poderia funcionar Turismo Rural, e muito tem muitas casas abandonadas poderia existir o Turismo de Habitação e seriam remodeladas, dentro do estilo patrimonial, existente da Guarda.

Eu sei que tudo isto custa muito dinheiro mas senão organizarmos o país de maneira que as terras não fiquem ao abandono, vale mais vende lo, pois o país está falido. Se o país fosse uma empresa já há muito tempo estava encerrado para balanço.

A nossa região pode ser uma regíão de matas, de pinheiro bravo, de castanheiros, de carvalhos tudo isto tem sido destruído pelos fogos.

Com tanta cabeça pensante, o porque de não conseguirem levar para a Guarda uma empresa para a plataforma Logística como a Bombardier e como a Sorefame, agora que estão em vias de renovar a frota da CP  e da Refer, o que estão estes srs. à espera  e podem eles querer sair da crise, se forem comprar mais material circulante lá fora, porque aqui fecharam com as nossas empresas.

Neste sector, o nosso país tinha pessoal altamente especializado, o que fizeram a essa gente???

Depois dizem que Portugal precisa de ideias, mas Portugal está cheio de idiotas!!!

Pois meus amigos é preciso assumir aquilo em que nos queremos inserir.

Afinal onde é que anda o dinheiro dos particulares, porque o que nós temos visto é só obras públicas, os particulares nada fizeram por este país.

Se mesmo assim ainda não conseguiram abrir os olhos, aluguem por 100 anos, com contratos renováveis a Guarda aos Israelitas e assim acabarão por salvar milhares de Palestinianos e assim farão um bem humanitário, como até hoje nunca foi conseguido.

Sei que há quem me chame de professor, sou apenas um cientista virado para as artes vindas do Planeta 512.

Os meus comterraneos me perdoem mas eu vejo um futuro mais além apenas desta maneira

Sem outro assunto

 

Pragana, Luis Manuel

 

21-04-2010

publicado por Lausinho às 18:35
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Quinta-feira, 15 de Abril de 2010

ABRIL 36 ANOS

Nessa noite até me senti importante

Apareceu no céu uma estrela brilhante

Foi o desmonoramento do fascismo

Dessa gentalha arrogante

 

Foi simplesmente um instante

Com um brilho incandescente

Numa noite onde os cobardes

Passaram de fascistas a democratas num instante

 

Vejam só como é a hipocrisia

Deixaram sair os salafrarios

Deviam os ter abatido a tiro

Fazer o mesmo que eles fizeram a muitos desgraçados

 

O 25 de Abril ainda não fez JUSTIÇA

Há ainda muitas chagas do passado

Há os que se lambem com reformas vitalicias

Se estivessem sido abatidos não faziam despesa ao estado

 

Viva o 25 de Abril

Abril sempre

Ainda temos contas ajustar

 

Pragana, Luís Manuel 

15-04-2010

 

 

 

 

 

publicado por Lausinho às 18:39
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