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Segunda-feira, 20 de Abril de 2009

Sonhar Abril

 

SONHAR ABRIL
 
Ando perdido na vida
Com os sonhos e com a fadiga
Procuro e não encontro
O Abril da minha vida
 
Com as fardas já sem brilho
E os cravos a murchar
Sonhos que tinha então
Acabaram de se transformar
 
Com a democracia demente
Maltratada e doente
Dos militares desligou
Ao povo passa indiferente
 
Este povo amoleceu
Está a democracia fragilizar
Os sonhos da nossa geração
Estão com ela a agonizar
 
Abril continua aí
Cansado e envergonhado
O país muito mal o tratou
Está a dar sinais de cansado
 
Vamos pois continuar a sonhar Abril
O espírito continua
Trata pois de o activar
Esta democracia também é tua
 
Viva o 25 de Abril
 
Luís Pragana
20-04-2009
 
publicado por Lausinho às 15:19
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A revolução dos cravos

 

A REVOLUÇÃO DOS CRAVOS
 
Os trinta e cinco anos já lá vão
Sofremos muita dor muita humilhação
As mordomias que alguns ganharam
Estragaram o espírito da revolução
 
Agora na moda estão os rapadores
Rapam tudo o que vem à mão
Afinal o que falhou a esta rapaziada
Tempo não foi, será motivação?
 
A onda dos cravos
Com os anos murchou
É hora de arranjar outra solução
E o espírito que ficou nesta luta desenfreada continuou
 
Terá valido a pena o sacrifício
Ou andamo-nos a enganar?
A revolução foi apenas um sonho
E o pesadelo veio logo acordar
 
Os militares de Abril
Há algum tempo andam a alertar
Estes labregos não aproveitaram
E a democracia há algum tempo está a agonizar
 
 Luis Pragana
20-04-2009
publicado por Lausinho às 15:17
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O guião da saga da corrupção do BPN

 

GUIÃO DA SAGA DA CORRUPÇÃO
DO BPN
 
Esta burla já chegou a Hollywood
E o realizador de cinema Martin Scorcese
Já começou a sondar o BPN
Para uma triologia desta saga poder filmar
 
Já cá mandou os guionistas
Para o guião poderem escrever
Já entraram em contacto com os autores
Mas muitos não querem saber
 
Os investigadores do guião
Andam todos baralhados
Aqui nem o D. Corleone se entendia
Estes gajos são todos especializados
 
Pensaram no Al Pacino para fazer de Oliveira
De Loureiro quer o George Clone fazer
Mas como tem que ser conselheiro de estado
O senhor presidente tem que ver o que pode ser
 
Vai ser difícil este guião
Está muito fragmentado
São tantos os autores desta falcatrua
Até o realizador começa a estar preocupado
 
O problema maior
Começa a ser a amnésia dos administradores
Uns contradizem os outros
Neste filme ficam muito mal os doutores
 
A justiça portuguesa
Também não actua, não é capaz
Este buraco a ser filmado
Arrasta gente graúda atrás
 
Scorssese está a começar a ficar confuso
Precisa do guião para filmar
Os guionistas andam ás voltas
Não sabem por onde pegar
 
O senhor presidente de república
Já pôs o palácio à disposição
Quem vai fazer de Loureiro
Terá que lhe ir beijar a mão
 
O Geroge Clone vai fazer de Loureiro
Anda de cá para lá
E já pergunta aos outros artistas
O que veio fazer para cá
 
Al Pacino já está a estagiar
Com o chefe dos burlões
Para poder interpretar a Oliveira
Tem que aprender umas lições
 
Mas o pessoal do BPN
Que neste caso está implicado
Não gostou muito da ideia
E quer o Al Pacino calado
 
O Loureiro tem andado irritado
Queria ser ele o principal protagonista
Como é conselheiro de estado
Aconselharam-no a ir melhorar a vista
 
Como administrador foi o que foi
Não lia o que assinava
As compras que assistiu
São autêntica trapalhada
 
Coitados dos contribuintes portugueses
Mais esta vão ter que pagar
Se não houvesse lá tanto carola da politica
Teriam deixado o banco ir ao ar
 
Olhem para o presidente Obama
Está a pensar em convida-los
Para a reserva federal
Para no fim desintegra-los
 
Esta saga continua
Embrulhada numa teia
Nem a Oliveira a entende
É uma teia traiçoeira
 
Mas as aranhas são mais que muitas
Andam em várias direcções
Algumas estão presas à teia
Outras não se livram das confusões
 
Como o Al Pacino se está a passar
O guião não aparece
Já disse ao Scorcese
Se não aparece rápido adoece
 
George Clone vai bebendo café
Já está a começar a esticar-se
Já falou com os cafés Delta
Daqui não quer escapar-se
 
Mas este caso escrabroso
Começa a ser desvendado
Esperemos que não seja uma saga sem fim
Num país onde todos se têm safado
 
A saga continua…
 
 
publicado por Lausinho às 15:03
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Quarta-feira, 15 de Abril de 2009

Os artistas guardenses

 

OS ARTISTAS GUARDENSES
Luís Rebelo – O Pintor
 
Pintura a óleo em tela
Aguarelas retratando a nossa cidade
Os monumentos e as paisagens
Há muito são uma realidade
 
É um artista do povo
E com o povo cresceu
Começou a pintar de muito novo
Foi um dom que Deus lhe deu
 
Já com uma longa carreira
Na arte de bem pintar
Este artista guardense sem título universitário
Na universidade da vida acabou por se doutorar
 
Foi divulgando a sua arte
É pois uma obrigação
Foi ultrapassando fronteiras
Neste mundo de ilusão
 
Guardense de nascimento
De alma e coração
À cidade se dedicou
Fez da terra uma paixão
 
Dedicando a sua vida
Ao artesanato e à pintura
Foi retratando a cidade
Numa visão que é só sua
 
Luís Pragana
15-04-2009
publicado por Lausinho às 14:05
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Falam, falam mas não sentem

 

FALAM, FALAM MAS NÃO SENTEM
A SILVA DOS LOPES
 
Era uma vez um economista
Que na televisão se fartou de alertar
Para a necessidade de congelarem os salários
Porque a crise a ele só o iria beneficiar
 
Este moralista que aparecia
Com uma áurea de pregador
Veio-se a provar no tempo
Que as palavras não tinham valor
 
No que toca a mordomias
Que estes charlatães vão auferindo
Deveriam estar calados
Porque pouco a pouco elas se vão descobrindo
 
Ironia do destino
Até gostava de o ouvir falar
É apenas mais um que de barriga cheia
Escusava de se ridicularizar
 
Com que moral vêm estes sabichões
Para a televisão de um assunto destes falar
Se em 4 meses recebeu o que um cidadão comum
Leva uma vida inteira e não consegue juntar
 
São estes pequenos mimos
Que vão descongelando
Para os bolsos destes senhores
O congelamento que vêm apregoando
 
Luís Pragana
15-04-2009
 
 
 
 
publicado por Lausinho às 14:04
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