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Quinta-feira, 14 de Agosto de 2008

Sábado cinzento

 

SÁBADO CINZENTO
 
O dia acordou cinzento
O tempo está nublado
Corre uma brisa de vento
O Sábado está estragado
 
Olho para as nuvens e penso
O sol começa a raiar
Sopra um vento forte
Em casa vou ter que ficar
 
Estamos no fim do Inverno
Os dias muito bons têm estado
Parecia que estávamos no Verão
Foi sol de Inverno abençoado
 
Como não há Sábado sem sol
Não tarda aparece aí
Vou aqui esperar por ele
Nem sequer saio daqui
 
Sábado cinzento e triste
Só o sol o vai mudar
Os raios iluminarão
E a nostalgia irá passar
 
Luís Pragana
212-03-08
 
 
publicado por Lausinho às 16:44
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Uma arma poderosa

 

UMA ARMA PODEROSA
 
Mesmo em Democracia
É preciso coragem para escrever
Pois vê-se no dia a dia
Muita gente a esmorecer
 
Esta arma poderosa
Que todos temos à mão
É preciso saber usá-la
Com alguma imaginação
 
Só quem a souber utilizar
Estragos com a palavra fará
Divulgando o mal do sistema
Mas muitos inimigos arranjará
 
Cada palavra escrita
É um acto de simbolismo
E divulgando os defeitos
Num sinal de patriotismo
 
Por incrível que pareça
Há quem não queira acreditar
Que a censura se instalou
E só esta arma a consegue enfrentar
 
Luís Pragana
14-08-2008
 
 
 
publicado por Lausinho às 16:43
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A voz da poesia

 

A VOZ DA POESIA
 
A minha poesia dá voz
A este poema que escrevi
Palavras de sentimento
Fi-lo a pensar em ti
 
Ó vida que tanto me deste
Mas nem tudo aproveitei
Fiquei com o amor da mulher
Companheira que sempre amei
 
Não passarei de um falhado
Mas quem me poderá julgar
Tentei fazer melhor
Só que não bastou para lá chegar
 
Poeta jamais serei
Mas imagino-me a divagar
Nesta terra onde fiquei
Enquanto por cá andar
 
Não é uma voz moribunda
Faz parte de uma melodia viva
De uma música profunda
A voz da minha poesia
 
Luís Pragana
23-03-08
 
publicado por Lausinho às 16:29
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Segunda-feira, 11 de Agosto de 2008

O rendimento mínimo

O RENDIMENTO MÍNIMO

 
 
Este país é mesmo engraçado
Quem nada faz ainda recebe dinheiro
O cidadão que contribui com o trabalho
Anda sempre à rasca e ainda é caloteiro
 
A maioria destes senhores que gozam com quem trabalha
E que o rendimento mínimo estão a usufruir
São pessoas com saúde
Só não gostam é de bulir
 
Só pode ser brincadeira
Mas infelizmente não é
Burros são os que trabalham
Porque este país é para os espertos, ó Zé
 
Esta é a realidade
Neste pais malfadado
Onde quem trabalha está na merda
Ó meu pais desgraçado
 
Começo a dar razão ás vozes que se levantam
Os deputados do parlamento têm que deste assunto tratar
Andam uns a trabalhar para os outros
Na malandrice andarem a mamar
 
O rendimento mínimo tem de ser revisto
Porque muitos não o merecem
Tratem de o dar a quem precisa
E ajudem nas reformas mais pequenas os reformados agradecem
 
Todo o cidadão tem direito à vida
Estamos fartos de alimentar
Pessoas que nunca contribuíram
Porque simplesmente não querem trabalhar
 
Luís Pragana
11-08-2008
 
 
 
publicado por Lausinho às 11:59
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Terça-feira, 5 de Agosto de 2008

Calor efervescente

 

CALOR EFERVESCENTE
 
Cheio de calor estava a olhar o mar
De repente senti uns arrepios
Passam hormonas a saltar
Até causam calafrios
 
As brasas andam por aí
Com os corpos a escaldar
E ao vê-las os meus olhos
Põem-me o corpo a saltitar
 
Não posso ficar indiferente
Quem não gosta de apreciar
A imaginação fica fértil
Como é bom poder olhar
 
O calor é mesmo assim
Ficam as hormonas activadas
As fêmeas andam à solta
Em ondas descontroladas
 
O amor e como sol
Aquece com o calor
Mas gela quando arrefece
Por vezes causando dor
 
A arte de amar
Acontece num repente
Ficamos apaixonados
Com uma paixão ardente
 
O amor anda no ar
Está pronto a poisar
Um calor efervescente
Assenta onde a chama o levar
 
Luís Pragana
05-08-2008
publicado por Lausinho às 16:23
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