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Terça-feira, 17 de Junho de 2008

Uma Constituição para a Europa

 

UMA CONSTITUIÇÃO PARA A EUROPA
 
Chamam-lhe o tratado de Lisboa
Na peregrinação a que está vinculado
Ainda a procissão vai no adro
Os irlandeses não o deixaram passar
Foi muito mal explicado
 
Há quem tenha ficado contente
Pois querem o tratado enterrar
Outros já o consideram morto
Nem querem dele ouvir falar
 
Este referendo na Irlanda
Veio mais uma vez demonstrar
A fragilidade europeia
De uma constituição ser capaz de aprovar
 
Serei apenas um leigo
Que sabe que o mundo está em alteração
E se não tivermos uma união forte
Outras potências surgirão
 
Sou também dos criticam
Por esta matéria o governo não ter referendado
Mas teremos que deixar passar
Portugal não pode ficar isolado
 
Os irlandeses culparam o governo
Do tratado não ser capaz de explicar
Mas em Portugal o senhor engenheiro
Preferiu o povo ignorar
 
O tempo urge é urgente negociar a união europeia terá que fazer cedências
Para que o tratado possa vingar
Se não voltamos à estaca zero
E ficamos a ver o tempo passar
 
Luís Pragana
14-06-08
 
publicado por Lausinho às 11:25
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Segunda-feira, 9 de Junho de 2008

Sem solução à vista

 

SEM SOLUÇÃO À VISTA
 
Sempre que escrevo e faço criticas
Sei que me estou a prejudicar
Não posso ficar calado
Escrevo para aliviar
 
Dentro das minhas limitações que são algumas
Assim tento divulgar
Tudo o que penso estar mal feito
É um direito que me assiste e não posso desperdiçar
 
Vou soltando a minha raiva
Aliviando a tensão
Tentando a todo o momento
Dar alivio ao coração
 
Como pode alguém estar calado
Com o país nesta situação
Primeiro apanhamos a febre do défice depois a cavalgada do petróleo
E com a subida dos bens de consumo chegámos à frustração
 
Andamos há anos a pagar os erros que os outros fizeram
Nós os cidadãos comuns tudo pagamos
As negociatas destes senhores enriqueceram
E nós tão depressa das dívidas não nos livramos
 
Sou um simples cidadão revoltado
Que sofre na pele todos os dias o que é viver neste país
Onde as classes dominantes estão podres de ricos
E o pobre cada vez mais infeliz
 
Devíamos agarrar nestes ladrões todos
Que há muitos anos nos têm gamado
E mete-los num barco sem fundo
Expulsa-los de Portugal a nado
 
 
Luís Pragana
09-06-2008
 
 
 
 
publicado por Lausinho às 16:11
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O mês do manjerico

 

O MÊS DO MANJERICO
 
Santo António já chegou
A boda está a preparar
Há um intenso cheiro a manjerico
Paira o aroma no ar
 
São João já se aproxima
O pessoal vai ficar a delirar
Leva com o alho-porro e o manjerico
E as marteladas não podem faltar
 
São Pedro é o chaveiro
Nesta longa tradição
Gosta do cheiro do manjerico o mês inteiro
Pois faz-lhe bem ao coração
 
São os três santos populares
Este é o mês da alegria
Toca pois a festejar
Amanhã será outro dia
 
Luís Pragana
09-06-2008
 
 
publicado por Lausinho às 16:10
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Quarta-feira, 4 de Junho de 2008

João Braz

 

JOÃO BRAZ
 
Junto à capitania
Em pé de livro na mão
O poeta João Braz
Na cidade de Portimão
 
Ali no lugar onde está
Tem sido bombardeado
É o urinol dos canídeos
Devia estar mais elevado
 
Nesta margem ribeirinha
Aqui junto ao rio Arade
Ao porem ali o poeta
Fizeram-lhe uma maldade
 
Não conheço a sua história
Sei que foi um homem letrado
Olho para ele quando passo
Sente-se ali despernado
 
Não tratem mal a cultura
João Braz é património desta cidade
Faz parte da história da terra
Deve ser tratado com dignidade
 
Luís Pragana
04-06-2008
 
 
publicado por Lausinho às 10:36
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A culpa é do nevoeiro

A CULPA É DO NEVOEIRO

 
 
Assim não chegamos lá
Para que servem as comissões
Os marmanjos da autoridade da concorrência
Vieram defender os vilões
 
Mais uma vez dinheiro gastaram
Afinal para dizer o quê?
Deitaram-nos serradura para os olhos
Pensam que o povo não vê
 
Mais um atestado de burrice
É assim que o nosso governo nos vê
O porquê deste relatório
Foi feito afinal para quê?
 
Chamava-se Sebastião o inspector
E no nevoeiro se perdeu
Não encontrou a cartelização
Só que o país não compreendeu
 
Estava um nevoeiro cerrado
Será praga sebastional
Um não encontrou os cartéis das gasolinas
E o outro perdeu Portugal
 
Só pode ser anedota
A autoridade da concorrência não percebeu
Que as gasolineiras com esta cartelização
O país empobreceu
 
Até mesmo no nevoeiro
Nessa estranha escuridão
Um simples cidadão encontrava
Esta estranha cartelização
 
Luís Pragana
04-06-2008
 
 
 
 
publicado por Lausinho às 10:35
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