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Sexta-feira, 29 de Fevereiro de 2008

Um país civilizado

UM PAÍS CIVILIZADO
 
Fala-se hoje muito de direitos humanos
Mas nisso o nosso país é sagrado
Ninguém hoje passa fome
E a habitação é um caso consumado
 
 Não há bichas nas urgências
Lares de idosos é a rodos
Todo o cidadão tem médico de família
E as reformas grandes para todos
 
 Já não há cataratas em Portugal
O direito à educação é igual para todos
Não há crime no país nem discriminação
E o dinheiro entra a rodos
 
Os casais têm filhos com fartura
Vêm já com o futuro assegurado
Graças aos nossos governantes
O país será renovado
 
Graças à visão dos políticos
Que o pais têm governado
Hoje vivemos bem
Há trabalho e ninguém está parado
 
Podemos hoje dizer ao mundo
Que este povo sofredor
Já há algum tempo baniu a fome
E está imune à dor
 
Pragana, Luís
29-02-2008
 
 
publicado por Lausinho às 16:23
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Que governante tão generoso

QUE GOVERNANTE TÃO GENEROSO
 
Se dúvidas ainda houvesse
Ao ler um jornal diário fiquei devidamente elucidado
Com a generosidade de alguns que pelos governos têm passado
E o património que é de todos tem sido delapidado
 
Só agora compreendo a polémica da tanga
O governo tinha na altura que aos cidadãos sacar
Os desgraçados dos cidadãos foram depenados
Para depois aos amigos poder brindar
 
Este senhor que foi uma desilusão
Que país aplaudiu
Foi um benemérito para a Estoril-Sol
Como em nenhum governo se viu
 
Deixou o país na tanga
Porque andou a esbanjar
Os bens que não lhe pertenciam
E que nós andamos a pagar
 
Quando se gasta o dinheiro dos outros
É sempre fácil governar e ter generosidade
O difícil é ganhá-lo
E distribui-lo com alguma dignidade
 
Mas a verdade dos políticos
Já é de todos nós conhecida
A coragem de assumir erros
Por muito poucos é reconhecida
 
Só quando se parte do zero
O valor do dinheiro saberá decifrar
Quando o dinheiro nos aparece sem nada fazermos
Não custa nada esbanjar
 
Será que ninguém neste país assume
Ser causador de irregularidades
Não será preciso muita coragem
Para acatar responsabilidades
 
Como é que o cidadão comum pode acreditar na política
Se em todos os sectores da nossa democracia há aldrabões
Muito poucos há que se safem à crítica
Outros há que prejudicaram o Estado em milhões
 
Pragana, Luís
29-02-2008
publicado por Lausinho às 14:56
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Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008

O descrédito dos tribunais

 
 
O DESCRÉDITO DOS TRIBUNAIS
 
Todos os dias nos jornais diários
Vêm a nu notícias que acabam por nos revoltar
Por crimes de sangue praticados
E a justiça que não consegue provar
 
Não há dúvida que até os mortos irrita
Só podem estar a brincar
Então matam uma pessoa na passadeira
E pode continuar a matar
 
Cada vez mais me convenço
Que os tribunais são uma treta
Neste pais dos intocáveis
Onde o crime tem a porta aberta
 
Os cidadãos que têm sido ignorados
Dos seus direitos pelos tribunais
Vai chegar o dia de dizer basta
Já nos chingaram demais
 
Não tarda vão aparecer por aí
Justiceiros para os criminosos limpar
Assassinos que a justiça
Sempre os tratou de safar
 
Virão depois os moralistas dizer
Ninguém tem o direito de uma vida tirar
Mas as vítimas vão apodrecendo
E os criminosos vão continuar matar
 
Só quando nos toca em casa
Sentimos o que é a dor
Por isso não se admirem
Se aparecer um comando vingador
 
Estamos a chegar a um ponto
Que a velha lei prevalecera
Olho por olho dente por dente
Será este o tribunal que os assassinos julgará
 
 
Pragana, Luís
27-02-2008
 
 
 
publicado por Lausinho às 17:18
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As vozes do silêncio

AS VOZES DO SILÊNCIO
 
Vagueio dentro da mente
Escuto o interior
Oiço a voz do silêncio
Quando entro no corredor
 
São imensas as vibrações
De sons armazenados
São sons de outros tempos
Há muito tempo amados
 
Nestes corredores sem fundo
Bem as tento decifrar
São vozes num silêncio profundo
Que não me deixam tocar
 
Algumas vão-me alertando
Sinto que gostam de mim
Oiço o silêncio das vozes
Jamais as pensaria assim
 
Escuto no silêncio
Oiço as vozes sussurrar
São vibrações como esta
Que levam a mente a viajar
 
Pragana, Luís
2006
publicado por Lausinho às 09:56
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O Cântico dos pardais

  
O CÂNTICO DOS PARDAIS
 
Começava a cair a noite
Vim à janela espreitar
Um bando de pardalitos
Que estavam a chilrear
 
Gosto da natureza
Não pude deixar passar
Este canto
Dos pardais a chilrear
 
E lá no cimo da árvore
Como é bom podermos ver
Os pardais a chilrear
Num cântico de enternecer
 
É uma autêntica algazarra
Esta melodia tão bela
Não me canso de escutar
E ponho-me a espreitar à janela
 
 
Pragana, Luís
2006
 
publicado por Lausinho às 09:53
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