Posts recentes

História ou Lenda

Deixei lá a minha alma!

O ORÇAMENTO PARA GÉNIOS

O PODER DA OPINIÃO

A POBREZA

A ilusão do sonho ...

As Religiões e Deus

O COELHO DA CONSTITUIÇÃO

As Torres Gêmeas

Casa Pia

Arquivos

Abril 2011

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Junho 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2008

O ministro que já foi

 
 
O MINISTRO QUE JÁ FOI
 
Depois de tanto acreditar
Nas reformas que se propôs a fazer na saúde
Não aguentou tanta contestação
E viu que o melhor era desaparecer
 
Começou a sentir-se mal
E para o 112 ligou
Mandaram-lhe uma VMER
Mas o senhor ministro nem assim se safou
 
Mas o senhor Eng. solidário com o ministro
Uma forcinha teve de ir dar
E disse-lhe baixinho:
-Toma lá estes patins e põe-te por aí a andar
 
E o ministro irritado
Os patins lá recebeu
E a resmungar bem alto
Ao meio da noite desapareceu
 
Encerrou serviços que terão de voltar a abrir
Porque vieram prejudicar os cidadãos
O interior do país não é Lisboa
E as VMER não serão solução
 
 
Luís Pragana
30-01-2008
publicado por Lausinho às 17:27
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 29 de Janeiro de 2008

O coração guardense

 
O CORAÇÃO GUARDENSE
 
Oh terra abençoada
Onde outrora eu fui nascer
Estarás enfeitiçada
Não me consigo desprender
 
Parece uma maldição
Fiquei contigo entranhado
E o meu pobre coração
Só por ti foi conquistado
 
Ficaste colada a mim
Não te consigo largar
E por mais longe que vá
Estás-me sempre a minar
 
Será esta a minha sina
Ou praga por ti lançada
Sinto uma dor contínua
Por ter nascido na Guarda
 
Torturas os que te amam
Tratas bem quem vem de fora
Mas mesmo sem o carinho
O coração guardense por ti chora
 
Pragana, Luís
29-01-2008
publicado por Lausinho às 11:46
link do post | comentar | favorito
Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2008

A denúncia pública do bastonário

A DENUNCIA PÚBLICA
DO BASTONÁRIO
 
Até que enfim alguém toca nas verdades
Vejam só a confusão
Vão-se começar a zangar as comadres
Será que o bastonário não tem razão?
 
Qualquer cidadão minimamente informado
Sabe com certeza o que o bastonário estava a dizer
Mas ao tocar num assunto tão delicado
A sua sentença de morte acabou por escrever
 
Que bom seria se a procuradoria da república
Estas denúncias pudessem investigar
Para que levasse o cidadão comum
Nas instituições democráticas a acreditar
 
Muitos têm prejudicado o estado
Não passando de uns burlões
Mas como nunca nenhum foi julgado
Agem sim, como patrões
 
São a doença da democracia
Infectam tudo o que tocam
O estado vai fraquejando
Mas estes vilões não se importam
 
A cegueira é temporária
Só não vêm porque não querem ver
Sem as falcatruas destes senhores
Já o país se podia mexer
 
O bastonário dos advogados
É um alvo a abater
Os intocáveis não o irão perdoar
E as burlas jamais irão acabar
 
Mas todos têm a consciência tranquila
E acabam por ser galardoados
Recebem medalhas do país
Estão todos bem colocados
 
 
Luís Pragana
28-01-2008
 
 
 
publicado por Lausinho às 15:45
link do post | comentar | favorito

A Solidão

 
A SOLIDÃO
 
Escrever deixa-me cada vez mais isolado
Mas escrevo com prazer
Deixando os amigos de lado
Sinto que os estou a perder
 
Gosto de estar no silêncio
Oiço o vento ao passar
Desfruto desse momento
Com a esferográfica a falar
 
Só com o meu pensamento
Estou muito bem assim
Penso que neste momento
Os amigos estão melhor sem mim
 
Mas eu cá vou escrevendo
Sentindo-me rejuvenescido
Vou descarregando na escrita
Só por isso sinto-me vivo
 
Por vezes também convivo
Com pessoas de ocasião
Vou assim desabafando
Sacudindo a solidão
 
Luís Pragana
28-01-2008
publicado por Lausinho às 15:21
link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 25 de Janeiro de 2008

A infecção do virus corruptus

A INFECÇÃO DO VIRUS CORRUTOS
 
É uma chaga da sociedade
Entranha-se por tudo o que é lado
Corrói nas Autarquias
Nas empresas na Banca e no Estado
 
No actual momento em que vivemos
Estamos realmente bem servidos
Este vírus começou a apanhar o simples cidadão
Mas depressa chegou aos mais evoluídos
 
Se não o atalharem agora
O que se acabou de entranhar
Já corrói o BCP
Mas outros acabará por contaminar
 
Mas os crápulas estão imunes
São eles que o vírus estão a espalhar
Como eles são intocáveis
Só a mixórdia vai infectar
 
Com tanta merda entranhada
A vacina do anti-virus terá que funcionar
E os crápulas dos off-shores
A justiça os faça pagar
 
A justiça tem que dar o exemplo
Senão jamais se livrará da erosão
Cortem a cabeça da cúpula
Para dar o exemplo ao cidadão
 
Dormem de consciência tranquila
Para os amigos ajudar a ganhar
Defraudaram o BCP e os pequenos investidores
E todos aqueles que têm empréstimos para pagar
 
Luís Pragana
25-01-2008
 
 
 
 
publicado por Lausinho às 14:44
link do post | comentar | favorito

mais sobre mim

Abril 2011

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

Sempre a assapar...

blogs SAPO

subscrever feeds