Posts recentes

História ou Lenda

Deixei lá a minha alma!

O ORÇAMENTO PARA GÉNIOS

O PODER DA OPINIÃO

A POBREZA

A ilusão do sonho ...

As Religiões e Deus

O COELHO DA CONSTITUIÇÃO

As Torres Gêmeas

Casa Pia

Arquivos

Abril 2011

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Junho 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Segunda-feira, 22 de Outubro de 2007

ESPIRITOS VAGABUNDOS

ESPÍRITOS VAGABUNDOS
DA CIDADELA
 
Sempre que aqui vou passar
Pressinto um sussurrar
Ouço ou pareço que ouço
Estas ruelas a chorar
 
Será imaginação?
Saudades talvez quiçá
Esta estranha sensação
Que os espíritos andam por cá
 
Será por me sentir bem aqui
Que imagino o que sinto
Ou estas almas vagueiam
Num mundo há muito extinto
 
Ficaram presas ao lugar
Jamais se libertaram
O corpo partiu daqui
Os espíritos por cá ficaram
 
São espíritos vagabundos
Que teimam em permanecer
Dão outro sentido à vida
Só crentes os podem ver
 
São as almas do passado
Vagueiam pela ruela
Nos sítios onde viveram
Dão vida à cidadela
 
Luís Pragana
14-09-2007
 
 
publicado por Lausinho às 09:22
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Sexta-feira, 19 de Outubro de 2007

NA HORA DE VENCER

NA HORA DE VENCER
 
Marques Mendes e Filipe Menezes
Disputaram o poleiro
Os dois querem ganhar
Para tomar conta do celeiro
 
Atacam-se mutuamente
Mas o Marques Mendes perdeu
O Luís Filipe jogou nas bases
Até os barões ele venceu
 
Os barões já são memória
De um tempo que já foi seu
Já passaram à história
Só o espírito de Sá Carneiro prevaleceu
 
Espantado o baronato
Viu as bases a crescer
E o novo líder do PSD
Acabou por convencer
 
Faz falta à democracia
Fazer frente a este poder
Que já deu cabo da classe média
E os pobres fez crescer
 
As promessas do senhor Sócrates
Puseram o país a votar
Mas nas próximas eleições
Não nos voltará a enganar
 
Os portugueses vivem mal
Mas alguns nunca viveram tão bem
Mas quem os colocou no lugar
Vai correr com eles também
 
Estamos fartos de pessoas bem falantes
A nova oposição vai ter que ajudar
Porque a próxima legislação
Muita coisa vai ter que mudar
 
Espero que o novo líder do PSD
O partido consiga convencer
E meta os barões no armário
Para o partido rejuvenescer
 
Agora, senhor engenheiro
Nova oposição se iniciará
A democracia bem merece
E o povo aplaudirá
 
Luís Pragana
17-10-2007
 
 
publicado por Lausinho às 10:17
link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 18 de Outubro de 2007

O ARTIGO 30

O ARTIGO 30
DO NOVO CÓDIGO PENAL
 
O Artigo 30 do novo Código Penal
Já começamos a compreender
Têm leis feitas por encomenda
Para os poderosos defender
 
Agora sim, os abusadores das crianças
Já contam com mais um alento
Podem abusar à vontade
Só tarde os metem lá dentro
 
Para os pedófilos foi um brinde
Agora sim, podem gozar
Só contam o crime uma vez
Vai ser o sempre a aviar
 
Todo o cidadão deste país
Do processo casa pia ouviu falar
Mas que ninguém tenha ilusões
Este processo em nada vai acabar
 
Os inocentes implicados
Andam felizes e contentes
O novo Artigo 30 do Código Penal
Veio enchê-los de presentes
 
Muitas crianças inocentes violaram
Estes crápulas abusadores
Só a justiça Divina
Pode dar cabo destes senhores
 
Deste vergonhoso processo
Para memória futura o que vai ficar
É alguns perderem a cabeça
E começarem a matar
 
Aqui justiça não há
Com ela não podem contar
Os réus hão-de processar o estado
Que vai ter de os indemnizar
 
O s cidadãos violados
Terão pois que se organizar
Arranjar de alguma maneira
Estes criminosos fazer pagar
 
Luís Pragana
17-10-2007
 
publicado por Lausinho às 09:40
link do post | comentar | favorito
Quarta-feira, 17 de Outubro de 2007

UM CASAL MEDIÁTICO

UM CASAL MEDIÁTICO
Capitulo I
 
Um dia um casal inglês
Veio para o Algarve férias passar
E escreveu uma novela de rapto
E colocou as autoridades portugueses a meditar
 
Este casal tinha três filhos
Gostava de na farra se divertir
Cedo punha os miúdos na cama
Para depois irem curtir
 
As férias já iam longas e alguma coisa correu mal
Foram fora jantar mas algo aconteceu
E as crianças adormeceram
E a filha mais velha desapareceu
 
Nessa noite o casal
Disse que estava perto a jantar
Revezavam-se a ver os filhos
Mas algo andavam a tramar
 
Já tarde e altas horas
Lembraram-se então de chamar
A policia portuguesa
Para o rapto participar
 
Contaram então à polícia
Que a menina desapareceu
Comunicaram à maneira deles
Mas a policia não convenceu
 
O tempo foi passando
A tese de rapto esmoreceu
Foram constituídos arguidos
E o estado de graça desapareceu
 
E neste estado de graças
Muito de bom a este casal aconteceu
Foram chovendo donativos
E algumas capitais europeias o casal percorreu
 
Até o povo português
Em Fátima pela menina tem rezado
Os donativos foram chovendo
Chegam ajudas de todo lado
 
Houve até quem disponibilizasse um avião
E o casal pela Europa viajou
Até o papa os recebeu
Também o Vaticano pela menina rezou
 
continua
 
Luís Pragana
17-10-2007
 
 
publicado por Lausinho às 10:51
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 2 de Outubro de 2007

A DEBANDADA

A DEBANDADA
 
O nosso povo está desencantado
Com destino que o país esta a levar
Começaram a sair novamente
Ir lá para fora trabalhar
 
Assistimos à debandada
Estão fartos de lutar
E milhares de patriotas
Este país querem deixar
 
Parece a fuga dos portugueses
Ao fascismo dos anos sessenta
Só que noutra dimensão
Hoje quem sai sabe o que enfrenta
 
Este governo e os anteriores
Só tem prejudicado os trabalhadores
Vão perdendo as regalias
O país está bom para os doutores
 
O governo do senhor Sócrates
Em pouco tempo conseguiu afugentar
Pôs os trabalhadores a emigrar
Muitos já nem pensam em regressar
 
Depois queixam-se os patrões
Que não há quem trabalhe
Estiquem os cordões à bolsa
E verão que ainda há quem não falhe
 
Se forem aqui ao lado
Chegarão a conclusão
Que os portugueses sem formação
São tão bons como os que lá estão
 
Desde que o senhor Sócrates
Defende o grande capital
Assistimos a um debandada fora do normal
As pessoas vão à procura de uma vida melhor o que é natural
 
Perdeu-se o encanto e as ilusões
Os sonhos e as frustrações
Neste país actual uns estão desgraçados
Só vivem bem os espertalhões
 
Luís Pragana
01-10-2007
 
 
 
publicado por Lausinho às 16:31
link do post | comentar | favorito

mais sobre mim

Abril 2011

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

Sempre a assapar...

blogs SAPO

subscrever feeds