Posts recentes

História ou Lenda

Deixei lá a minha alma!

O ORÇAMENTO PARA GÉNIOS

O PODER DA OPINIÃO

A POBREZA

A ilusão do sonho ...

As Religiões e Deus

O COELHO DA CONSTITUIÇÃO

As Torres Gêmeas

Casa Pia

Arquivos

Abril 2011

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Junho 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Terça-feira, 18 de Setembro de 2007

O CÓDIGO DA CONFUSÃO

O CÓDIGO DA CONFUSÃO
 
 
Como em Portugal somos todos criminalistas
Toca a deitar abaixo o novo código penal
Ainda pouco se conhece mas os estragos que fez
Já causaram muito mal
 
O país ficou com medo
E ainda agora principiou
Soltaram os assassinos
E com as testemunhas ninguém se preocupou
 
Vai haver ajustes de contas
E os bandidos ainda vão gozar
Com as vitimas atormentadas
É mais fácil manobrar
 
Mas o ministro diz que não é caso para alarme
Porque eles estão guardados
Se lhes tivessem violado um filho
Teria de certeza outros cuidados
 
Agora é que isto vai estar lindo
Os crimes vão aumentar
Está bom para os mafiosos
Que se vão aqui instalar
 
A justiça deve mudar
Houve alguma precipitação
Os assassinos deviam continuar presos
E não causariam agitação
 
Luís Pragana
18-09-2007
publicado por Lausinho às 16:55
link do post | comentar | favorito
Segunda-feira, 17 de Setembro de 2007

CRIMINOSOS À SOLTA

 

CRIMINOSOS À SOLTA
 
Depois de já estarem mortos e enterrados
Paulo Alves e António Abrantes
Trinta meses já lá vão e os familiares
Vão passar novamente por estes traumas não distantes
 
Os pais estão incrédulos
Com o novo Código Penal
A ser verdade o que vem nos jornais
O cidadão deste país vai passar muito mal
 
Seria o revés de tudo aquilo que acreditamos
Não quero nem sequer imaginar
O termos que recorrer a armas
Para os assassinos limpar
 
Se soltarem os assassinos
Só nos restará uma solução
Com os criminosos à solta
Iremos nós para a prisão
 
Quero crer que assim não seja
Entraríamos numa anarquia
Matariam por tudo e por nada
E a justiça não agiria
 
Serão os próprios cidadãos
Que justiça irão fazer
Depois com que autoridade
E com que moral, os iriam mandar deter
 
O mal deste país
É que tanto faz matar um como cinco ou seis
A pena é sempre igual
E assim os marginais sabem, que ninguém lhes faz mal
 
Se chegarmos a este ponto
Quem acatará com as culpas não será o cidadão
A culpa é de quem faz as leis
E que deixa o país nesta confusão
 
Espero pois que estes assassinos
Fiquem presos e bem presos
Para não atormentarem os pais
Porque estão muito carentes e indefesos
 
Esta revolta que sinto
Como um simples cidadão
É de ver a impotência da justiça
De lidar com esta situação
 
Luís Pragana
17-09-2007
publicado por Lausinho às 17:40
link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 14 de Setembro de 2007

ANDAM-NOS A ENTRAR NOS BOLSOS

 
 
 
 
 
ANDAM-NOS A ENTRAR NOS BOLSOS
 
 
Chegou mais uma notícia boa
Para vir a pôr o povo mais enfurecido
A Galp aumentou os combustíveis
E com o valor que tem o euro chama-lhe um figo
 
A sorte só os mamões favorece
O caudal da fonte nunca mais desce
Desde da liberalização dos combustíveis
O povo cada vez mais empobrece
 
Agora que o euro bateu o recorde
Podiam ao menos deixar passar
Mas não, todos os dias sobe
O que é preciso é ao povo sacar
 
Realmente eles sabem que não há luta
Os portugueses reclamam
E têm sempre boa conduta
Não passa pois de mixuruca
 
Será que não dava para roubar um pouco menos?
Perguntem aos nossos vizinhos espanhóis
Compram o brent onde nós compramos
E lá fazem uns descontões
 
Este povo que tudo consente
Um dia terá que repensar
O porquê destes comilões encherem os bolsos
E quem paga está constantemente a asfixiar
 
Nem com o euro em alta
Podem deixar uma vez de aumentar
Para estes gulosos o que conta é o cifrão
Vão continuar-nos a gamar
 
Luís Pragana
14-09-2007
publicado por Lausinho às 16:55
link do post | comentar | favorito

LINHA DE CRÉDITO PARA ESTUDANTES

LINHA DE CRÉDITO
PARA ESTUDANTES
 
Agora que o governo do senhor Sócrates
Aprovou uma linha de crédito sem juros
Para que todos possam ter acesso à cultura
O desenvolvimento no país vai ter outra desenvoltura
 
Estou de acordo com o governo
Neste caso do acesso ao crédito dos estudantes
Só espero que no fim do curso possam compensar o país

Indo para as cidades mais distantes

 
Seria bom que todos assinassem um compromisso
Para depois ficarem ao serviço das populações
Como não vão pagar juros a tirar o curso
Depois do curso vão ganhar milhões
 

Agora já pensam em injectar milhões
Em algumas universidades
Os politécnicos estão em dificuldade
Para não causar problemas à mocidade
 
Era bom que olhassem para quem cria trabalho neste país
Que são as empresas até 10 empregados
São quem assegura o trabalho
 E têm sido bastante penalizadas
 
Agora o Estado vai ser fiador destas empresas
Porque só lhes tem estado a dificuldades criar
Estão quase todas na pendura
Precisam urgentemente de uma entrada de ar
 
Com tanta dificuldade
Que se vive neste pais
Metade destas empresas
Estão presas por um triz
 
São elas que tudo pagam
Pois não têm escapatória
A máquina do estado tudo suga
E estão a morrer sem glória
 
Luís Pragana
14-09-2007
publicado por Lausinho às 11:07
link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 13 de Setembro de 2007

DALAI LAMA

 
DALAI  LAMA
 
 
Sua santidade chegou
O governo não o vai receber
Porque os chineses ficariam ofendidos
Do problema do Tibete não querem nem saber
 
Por isso compreendo o nosso governo
Porque sem dinheiro hoje nada se faz
Em primeiro os interesses comerciais do país
E depois logo se falamos de paz
 
Dalai lama que nos perdoe
Por o governo reagir assim
Quando o dinheiro fala mais alto
Os valores espirituais terão de ficar para o fim
 
Já ninguém fala da invasão do Tibete pela China
Outros valores se levantam
Se em vez de religião fosse petróleo
Os chineses não teriam chegado a tanto
 
Nós a pensar que somos um país democrático
Onde se fala muito de direitos humanos
Mas no que toca a dinheiro
Até conseguimos ser desumanos
 
Onde param os activistas?
Dos direitos universais
Para onde foram os defensores da opressão?
Neste caso do Tibete nem sequer fazem contestação
 
Toda a nossa vida nos regemos por valores
Pensávamos nós estar certos
Mas com o passar do tempo
Nem sequer andámos perto
 
Vivemos sempre enganados
Hoje o que conta é o cifrão
Dalai Lama luta contra a corrente
Se tratasse de dinheiro teria outra aceitação
 
 
Luís Pragana
13-09-2007
publicado por Lausinho às 11:44
link do post | comentar | favorito

mais sobre mim

Abril 2011

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
blogs SAPO

subscrever feeds