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Quarta-feira, 30 de Maio de 2007

OTA - Quem falará verdade?

OTA – Quem falará verdade?
AEROPORTO DA POLÉMICA
 
É uma pouca-vergonha
O que se passa em Portugal
São quase três décadas de espera
Mas agora parece que tudo está mal
 
O que faz muita confusão
É que, quem a OTA está a criticar
Já foram governantes de então
E também eles deixaram passar
 
Tenham pois a coragem de assumir
Os erros que cometeram
Porque a OTA vem de longe
Já vários governos a promoveram
 
Porque não falam verdade
Quem tem culpa da situação
Todos eles passaram por sucessivos governos
Qual será a melhor solução
 
Será que não se dão conta
Do dinheiro que estão a estragar
Já lá vão 18 milhões
De estudos técnicos para ignorar
 
Os portugueses já estão fartos
De tanta demagogia
O que hoje se diz
Amanhã é pura fantasia
 
 
 
Os que hoje a OTA criticam
Já tiveram outra opinião
Mas como estavam nos governos
Calados, eles não criticavam não
 
Deixem-se de demagogia
Não lancem a confusão
Se havia outras alternativas
O porquê de três décadas para chegar a esta conclusão
 
Todos estes senhores têm culpa
Desta situação vergonhosa
Da construção do aeroporto da Ota
Que para o país será desastrosa
 
Luís Pragana
28-05-2007
publicado por Lausinho às 11:01
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Sexta-feira, 25 de Maio de 2007

OS LAMBE-BOTAS E OS BUFOS

OS LAMBE-BOTAS E OS BUFOS
 
É o regresso ao passado
Desta praga maldita
Com os bufos entranhados
Esta doença solidifica
 
Já começa a fazer estragos
Até vitimas já fez
Se não se atacar agora
Ficará implantada outra vez
 
Está instalado o medo
Depois de se incentivar
A delatar os colegas
O fantasma anda no ar
 
Mas o caso deste professor
Nem mesmo a brincar se pode falar
Foi um lambe-botas de um amigo
Que à directora o foi delatar
 
Já nem nos amigos se confia
A praga apanhou o pobre do cidadão
Contaminou a sociedade
Os lambe-botas vão criando a confusão
 
Voltamos a levar com os bufos
Depois de anos de estagnação
Voltaremos a extermina-los
Foram a maldição desta nação
 
Luís Pragana
25-05-2007
 
publicado por Lausinho às 14:57
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Quinta-feira, 24 de Maio de 2007

Exemplos a seguir

 
EXEMPLOS A SEGUIR
 
Para se ser alguém na vida
Duas coisas teremos que aprender
Para qualquer terra para onde vamos
Fazer tudo como virmos fazer
 
Não pode haver preconceitos
Senão passa-se muito mal
É preciso entrar na onda
É assim em Portugal
 
Se a consciência pesar
Há que tomar comprimidos também
Fica-se endrominado
Mas a vida vai correr bem
 
Não desgastemos o cérebro
Olhem só para os que estão bem
São os corruptos e sem escrúpulos
Só neles pensam e em mais ninguém
 
Os exemplos estão à vista
Estão aí a demonstrar
Ou acompanhamos o barco
Ou vamo-nos afundar
 
Luís Pragana
23-05-2007
publicado por Lausinho às 10:29
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Segunda-feira, 21 de Maio de 2007

O LAPIS DA CENSURA

 
 
 
O LÁPIS DA CENSURA
 
 
 
Já houve um lápis azul
Que se fartava de censurar
O que não se podia dizer
Para na ignorância o povo ficar
 
Pensava-se que estava extinto
Mas o tempo prova que não
O lápis está de volta
E os censores já cá estão
 
Em alguns jornais diários
Já há algum tempo se vem a notar
Mas nos jornais da província
Há muito se voltaram a instalar
 
A liberdade de imprensa
E o direito à opinião
É um direito que assiste
A todo e qualquer cidadão
 
Temos que estar alerta
Senão voltam-nos a calar
Não gostam de ouvir as verdades
Mas temos que as contar
 
A censura enraizou
Mas não voltará a ganhar
O lápis será banido
Jamais voltará censurar
 
 
 
Luís Pragana
18-05-2007
publicado por Lausinho às 10:39
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O INAG

 
 
O INAG
 
 
 
O mar é um ladrão
Não tem horário para inundar
Deu cabo do paredão da Caparica
Quando os homens do INAG estavam a descansar
 
É preciso descaramento
Já não se pode descansar
Porque não vem em horário de trabalho
E assim ninguém se fica a queixar
 
Que culpa tem o INAG
As marés que mudem de horário
Para o nosso bem-estar não estragar
Que venham nas horas de trabalho
 
Era o que agora faltava
Termos que fora de horas trabalhar
O mar que entre devagarinho
Para o paredão não rebentar
 
Se quer trabalhar de noite
Pois que mude de pais
Não nos dê cabo das mordomias
Porque estamos presos por um triz
 
Ó mar traiçoeiro e desajeitado
Porque não vens de mansinho
Assim não fazes estragos
E o INAG fica sossegadinho
 
 
 
Luís Pragana
03-04-2007
publicado por Lausinho às 10:36
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