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Quarta-feira, 6 de Abril de 2011

História ou Lenda

 

 

Já de pequeno ouvia contar

Historias de encantar

Contavam que vagueava pelas ruelas

Uma alma dorida atormentar

 

Falavam de uma tal ribeirinha

Que os guardenses enfeitiçou

Diziam que até ao El rei D. Sancho I

Desta ribeira também provou

 

Contavam como era bela

Deixando os homens sonhar

Andavam loucos por ela

Pelas ruas a vaguear

 

Havia quem dissesse ser bruxa

Que com muitos dormitou

Era um trauma para as mulheres da Guarda

E até o próprio Rei enfeitiçou

 

Foi um alívio para o povo

Quando el rei se apaixonou

Era tão grande o amor

Que a dor do povo se acalmou

 

E este amor ardente

Deixou a alma à deriva

Atormentando as gentes da Guarda

Que ainda hoje fica comovida

 

E é nas noites frias de Inverno

Que juram a ouvi-la chorar

Vai causando arrepios

Os gemidos pelas ruas ao passar

 

Será apenas um conto

Ou simples história de amor?

Mas já lá vão oito séculos

E sente-se ao longe a sua dor

 

E quem pela cidade anda

Certas noites ao luar

Jura ver a ribeirinha

E D. Sancho a cavalgar

 

É por isso que ainda hoje

O feitiço permanece

Tudo agora é diferente

Só um grande amor não se esquece

 

 

Luís Pragana

18/12/2010

publicado por Lausinho às 18:17
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Deixei lá a minha alma!

 

 

Oh Guarda oh minha amada

Cidade de bem viver

Saudades de ti, eu tenho

Sinto inveja de te não ver

 

Mas é sempre no silêncio

Que me leva a viajar

A mente e no momento

Saudade de não te agarrar

 

Minha terra minha paixão

Sinto-te a cada momento

Um sentimento frustrado

E um enorme tormento

 

E nos momentos de raiva

Sempre me levam aí

Deixei lá a minha alma

Jamais me livrarei de ti

 

Luís Pragana

07/02/2011

publicado por Lausinho às 18:15
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Quarta-feira, 27 de Outubro de 2010

O ORÇAMENTO PARA GÉNIOS

Agora sim compreendo

O porque destes cortes fatais

São para tapar o buraco do BPN

Assim não se chateiam mais

 

Sei que são cortes hás cegas

Mas que posso eu fazer

Diz o sr. Engenheiro Sócrates:

Com estes cortes consolido o poder

 

Vou cortar nos abonos de familia

Tiro aos necessitados porque são mais

Assim tapo o buraco dos bancos

Dando cabo da cabeça aos pais

 

Estou metido numa alhada

Eu quero é ir embora

Só que o artolas do Passos Coelho

Tudo fará para eu ficar na caçarola

 

Se não fosse a crise e o BPN

Nada disto acontecia

Só que a dimensão do buraco

É tão grande que até me arrepia

 

Senão acham que eu ia ficar

Só que o artolas do Passos

Teima em o orçamento votar

E lá tenho eu mais um tempo que gramar

 

Oh como eu consigo levá -los

Tão inteligentes e tão ingénuos

Não passam de  uns paspalhões

Mas querem um orçamento para génios

 

 

Lauzinho

23-10-2010

publicado por Lausinho às 17:59
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Sexta-feira, 22 de Outubro de 2010

O PODER DA OPINIÃO

Para se puder opinar

O que é viver sem ordenado

Quem tem salário certo

Teriam que passar por este lado

 

Porque não experimentar os chefões da repartições

Que estão a fazer sabe-se lá o quê

Venham, montem um negócio

Passarão logo a saber como é

 

É muito fácil um chefe

Mandar penhorar uma conta ou um salário

Para isso basta assinar um papel

Passam a atrasar a vida das empresas e dos operários

 

Sabem lá o que é a vida

O que fazem para a merecer

Dão cabo da vida a quem produz

E o pobre povo tarde volta a mexer

 

Se não ouvesse ordenados nas repartições

Se tivessem que à procura dele andar

A arrogância de alguns que se julgam importantes

Comecaria logo, logo a mudar

 

Oh como é fácil dizerem que este faliu ou aquele fechou

Como na vida nada fizeram para os ajudar

E somente contribuiram para a degradação

Ajudaram muitas empresas a fechar

 

Nesta situação em que o país se encontra

Aqui junto ao mar, o nosso jardim

À sempre os Chicos espertos que se safam

Mas a maioria vai ter este fim

 

O Lauzinho

22-10-2010

publicado por Lausinho às 19:09
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Quinta-feira, 23 de Setembro de 2010

A POBREZA

 

Somos todos iguais

Foi que nos ensinaram em pequenos

Crescemos ouvindo esta retórica

Havendo uns mais iguais que outros nunca percebemos

 

Só que os pequenos cresceram

Ou onde andas igualdade

Uns enchem bem a barriga

Outros andam na mendicidade

 

Porque meu deus? Porque?

Para que serve a pobreza

Sei que querendo tu podias

Por comida em qualquer mesa

 

Como podemos acreditar num Deus

Que pactua nesta desigualdade

E que toda a vida ouvi

Ser Sr. da fartura e da felicidade

 

Esse sim na nossa mente

Sempre foi um Deus bondoso

Ajudando tanto o pobre

Como o ser todo-poderoso

 

Mas infelizmente não é

As desigualdades cada vez são mais

Com tanta miséria no mundo

Não queremos esse Deus nunca jamais

 

O mundo já está muito viciado

Só assim se pode compreender

Que 40% são tão ricos

E os outros a pobreza acaba por os absorver

 

LUÍS PRAGANA

17-12-2009

publicado por Lausinho às 15:29
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